Verso e Reverso

Maio 16, 2008

Um blog legal

Arquivado em: O mundo dos outros — laila @ 6:23 pm
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… que estou adorando ler é esse aqui: Oráculo de Lesbos.

Vai. Quem sabe você gosta tanto quanto eu.

Mais um meme

Arquivado em: O mundo de Laila — laila @ 5:16 pm
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Esse eu achei num dos meus blogs favoritos - um que, apesar desse pequeno detalhe, não está linkado aí ao lado. Afinal, o Rafael é um rapaz sério e eu não tenho certeza se ele gostaria de estar no blogroll de um blog que fala - entre outras coisas - de sacanagem. Pode pegar mal pra reputação dele, hehe. Quem gostar, pode roubar que eu deixo.

1 - Por que você resolveu criar o blogue?

Porque, de certa maneira, eu estava de saco cheio de ter que escrever coisas que os outros ‘aprovavam’. Cansei de censura interna e externa e queria um espaço pra falar das minhas besteiras sem precisar ficar de rodeios. Pelo menos em algum lugar, eu estaria inteira.

2 - O que te dá mais prazer em blogar?

Liberdade. Aqui quem manda sou eu. Pronto.

3. Indique um blogue bom e um que você não gosta e porque.

Blogs que eu considero bons de ler estão linkados na minha blogroll. Bem, tem muitos outros que não estão linkados e eu leio assim mesmo, mas isso se deve à temática. Blog ruim tem muito por aí, mas pra ser ruim mesmo, eu diria que o autor precisa ser daqueles que acham que já nasceram sabendo tudo, alguém que não se dá o benefício da dúvida. Isso é muito diferente de ter opinião ou de ser controverso. Em geral, pessoas que acham que sabem tudo são moralistas, chatas e de direita. Tudo o que eu odeio. Ah, e adoram julgar os outros com meia dúzia de informações na mão.

4. Qual o tipo de música e quais suas bandas favoritas?

Eu gosto de muita coisa, depende da época. Beatles, Police, Strokes e Bjork estão no meu coração forever. Kid Abelha também. Atualmente eu tenho prestado mais atenção à Cat Power e ao Daft Punk. E por causa do filme, comecei a ouvir muito Bob Dylan. Estranhamente, nunca liguei pra MP3, mas agora ganhei um e vou ter que me virar pra botar música nele.

5. Qual o assunto que você gosta mais de postar?

Isso também depende do dia. Em geral, são coisas que eu fico pensando enquanto ando de ônibus ou corro na praia. Essa é uma das vantagens de não se ter carro. Muita coisa sai da minha análise também, não as coisas mais íntimas, claro, mas às vezes discussões paralelas que eu faço comigo mesma. Ah, e tem as bobagens né? Mulher pelada ou semi-pelada. Ruivas, que são a minha paixão. Tem dias em que a vontade de falar putaria é irresistível. Que bom.

6. Seaquinevasseceusavaesqui?

Preciso começar a estudar tcheco com urgência…

7. Você é casado, solteiro, separado, enrolado, desquitado, chutado, viúvo ou outros?

Terminei um segundo casamento há pouco tempo. E acho que não caso mais, porque dá muito trabalho. Um dia eu explico porquê.

8. Por que você deu este nome ao seu blogue?

Porque eu queria Lado B, mas já tinha um blogue com esse nome em algum lugar. Precisava ser algo que desse a idéia de que a gente sempre tem dois ou mais lados, um que a gente mostra; outros que ficam na sombra. Então ficou esse aí mesmo.

9. Qual o último blogue que visitou?

O blog do Rafael Galvão, só pra roubar o meme.

10. Por que resolveu participar deste meme?

Porque hoje é sexta-feira e eu tô completamente sem inspiração. Nem mulher pelada eu tô a fim de procurar na net, hahahahaha. (E também porque eu adoro o meu umbigo)

Buscas

Arquivado em: O mundo dos outros — laila @ 4:39 pm
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De acordo com o contador de acessos aqui do WordPress o post mais acessados de todos os 76 que eu já escrevi até agora (nossa, minha capacidade de postar besteiras me surpreende…) é aquele da mata atlântica. É aquele das bucetas cabeludas, meu! Quando checo os ’search engine terms’ pra ver como as criaturas chegam aqui, sempre tem um ‘buceta cabeluda’ logo no topo ou quase. Bando de tarados, né? hahahahahaha. Os números do blog estão assim: 13,593 visitas até hoje, sendo que o melhor dia foi 22 de fevereiro, com 294. As visitas diárias aqui ficam sempre na média entre 150 e 200 acessos. Fico super-curiosa sobre as pessoas que passam por aqui. Serão mais homens ou mulheres? Vieram por acaso, gostaram de alguma coisa em particular? Umbiguismo total, confesso, mas eu gostaria de saber.

Maio 14, 2008

Hey, you!

Arquivado em: Delícias do mundo — laila @ 1:37 am
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Olha só que legal isso aqui.

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Achei na Lu.

Maio 12, 2008

Poderosa

Arquivado em: Delícias do mundo — laila @ 7:06 pm
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Esse mês o M* me presenteou com um exemplar da Homem Vogue. Dentro da revista, muita tralha inútil, mas uma coisa me chamou a atenção.

As fotos de Camila Alves, modelo mineira que ficou famosa de repente por engravidar de um gostoso lá de Roliúdi.

Não vou entrar no mérito da questão, mas o fato é que Camila é mesmo lindíssima. A mulher é uma coisa de tão gostosa. Certo que tem maquiagem e roupa demais no ensaio e - acredite - você não vai ver mais do que isso que se vê nas fotos que ilustram esse post se comprar a revista. É tudo muito pudico mesmo, já que a moça é modelo ’séria’.

Então, pra quem gostaria de vê-la mais ‘à vontade’ o jeito é fazer como o Bob: continuem exercitando a imaginação…

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Tem mais Camila, um tantinho menos vestida, aqui.

Bizarrices sem fim

Arquivado em: O mundo dos outros — laila @ 6:44 pm
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Depois que a Lu fez esse post aqui sobre brinquedos sexuais esquisitos, eu achei que nada mais poderia ser inventado em termos de bizarrice. Mas a criatividade das pessoas é algo surpreendente, principalmente quando se refere à sacanagem. A minha analista diz que se a sexualidade humana fosse ‘normal’, ou dentro daquilo que rotulamos como normal, nós só treparíamos com fins de procriação. E é legal que exista tanta ‘esquisitice’ - que de esquisita não tem nada - mas, bem, às vezes eu acho que o povo exagera um pouquinho. Vejam vocês.

O seu namorado viajou e você está com saudade de transar com ele. O que você faz? Vai até a sua gaveta e pega “o clone”. Sim, porque antes de ele viajar, você (ou ele) comprou um produto na internet que permite moldar o pinto e, assim, ter um vibrador personalizado.

Não. A gente não inventou tudo isso. O kit para fazer moldes de pintos está à venda no Mercado Livre e responde pelo nome de Mr. Jones.

O kit é composto por um tubo e uma borracha especial que… bem. Vamos ao passo-a-passo. O cara coloca o pinto dentro do tubo e joga a borracha. Tira e o molde está pronto. Bizarro? Sim, bizarríssimo. E o pior é que nem é de graça. O aparato sai por R$ 90.

Agora, na boa, será que existe homem narcisista a ponto de querer fazer uma réplica de seu próprio pinto? Do jeito que as coisas andam, achamos que sim. E, o que é pior, deve ter gente que vai querer fazer o clone de ouro. Medo.”

Daqui.

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E aí? Alguém se habilita a fazer um clone do pinto, hein? Hehe.

Maio 9, 2008

Tabu de cu é rola

Arquivado em: O mundo dos outros — laila @ 7:45 pm
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600

” ‘Eu me masturbo’ - garotas vestem a camisa contra o último tabu sexual”

Essa foi a chamada de capa para um artigo que vi em uma dessas revistas de formato pequeno que andam por aí a infestar as bancas. Eu fiquei meio assim: dããããã… Qual é a novidade?

Que eu me lembre, me masturbo desde sempre. Minha lembrança mais antiga sou eu me esfregando no sofá da sala e achando muito bom. Até que minha mãe chegou e me repreendeu. Bem, acho que não devo ter entendido muita coisa, pois, se algo era tão bom, como eu podia levar bronca por aquilo? Acho que foi dali por diante que eu percebi que havia algo ali. Uma espécie de interdição. Das muitas que a vida vai ensinando.

O fato é que mesmo ‘mamãe não gostando’ eu sabia que podia fazer e ninguém veria. Me masturbei muito com a primeira menina da minha vida, lá pelos onze doze, anos. Quando fiquei grávida também. Acho que os hormônios deixam a gente em estado de ebulição permanente. E sempre que dava vontade, estivesse sozinha no momento ou não (com ou sem namorado ou ficante), lá estava eu exercitando os dedinhos. Já brinquei com namorado em viagens noturnas, dentro de ônibus, e foi uma delícia.

Mas, então, se é tão gostoso, qual é o problema? O problema é a nossa cultura de merda. Essa que bate na mãozinha da pobre da criança quando ela a coloca no lugar ‘errado’… De certa forma, isso dá um prazer a mais quando se cresce e, finalmente, pode-se fazer a coisa ‘proibida’. Mas para mim, de fato, masturbação nunca teve esse elemento de transgressão. Sempre foi um prazer solitário, dos muitos que eu sempre cultivei.

Eu me excito muito visualmente. Coisas como essas mocinhas brincando aqui (ou então essas gatinhas), sempre me esquentam (mesmo que a ação pareça meio forçada e o cenário nada a ver…). Espelhos também. Também gosto de ouvir sacanagens, mas sozinha já fica meio difícil de fazer isso, a não ser quando há algum amigo especial para dizê-las pelo telefone.

Por tudo isso, penso que, se as meninas de hoje estão deixando de sentir culpa por fazer algo tão bom e saudável, tanto melhor. Quem sabe o mundo está melhorando e a gente nem se deu conta.

Maio 8, 2008

Pensamentos de liquidificador

Arquivado em: O mundo de Laila — laila @ 2:53 pm
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Fiquei pensando outro dia que eu talvez seja uma pessoa que faz altos investimentos amorosos. A lógica do mercado dita que o bom investimento é aquele que traz o melhor retorno. E que ganha mais quem tem mais sangue frio para apostar alto. Tem que conhecer o mercado e ter uma boa dose de paciência para não se desesperar quando as ações caem, por exemplo.

Bem, relações amorosas não são investimentos de mercado, ditados por uma lógica do capital. Mas, se a metáfora do investimento financeiro é capenga para explicá-las, numa coisa talvez elas se igualem: quem investe amorosamente também espera retorno. Há que ser assim.

Não existem relações desinteressadas. Em nenhuma instância, mas principalmente em se tratando de investimentos afetivos de qualquer sorte. Quando duas pessoas se encontram, seja qual for a natureza da situação, sempre há um vetor que as orienta para algum tipo de satisfação, seja ela sexo, aconchego, cuidado. Não importa o que seja, o interesse estará sempre lá.

Isso acontece não porque sejamos ‘interesseiros’ no sentido raso da palavra. Nossa tradição cristã ensina que devemos nos doar sem esperar retorno. Mas por vezes esquecemos que no livro da tradição está escrito que devemos amar o outro como a nós mesmos. Portanto, se quero algo para o outro, devo querer primeiro para mim. O Outro é essencial na economia das relações, claro, já que ele me dá a medida do meu próprio eu. No entanto, eu preciso vir sempre em primeiro lugar.

Logo, não é errado que as relações sejam interessadas. É inerente ao ser humano um estado de ‘falta’ que precisa ser preenchida. É isso que impulsiona o desejo. É isso que faz de mim e do Outro seres desejantes. Quem não tem falta não tem desejo. Quem não tem desejo já morreu e não sabe. Se esse desejo é saudável, vou querer sempre que meu parceiro tenha aquilo que quero para mim. Meu interesse, minha necessidade de preencher a tal falta precisam ser proporcionais ao meu desejo de também me doar. De estar inteira e convicta nas coisas que faço. Ainda que uma relação esteja orientada apenas para a satisfação sexual; não importa. No meu caso, eu sempre me entrego e é nesse sentido que digo que meus investimentos são altos. E também por isso as expectativas são tão altas quanto.

Eu procuro não fazer nada pela metade. E também não sei jogar. Outro dia uma amiga me ‘acusou’ de não saber jogar o jogo do amor. Porque eu colocava tudo na mesa, mostrava logo de cara qual era o meu interesse na coisa e não ficava de subterfúgios. Bem, se isso é defeito, eu admito: não sei jogar mesmo. Se, por exemplo, eu e uma pessoa chegamos ao ponto de termos certa clareza acerca do que queremos um do outro, não vou fingir que estou desinteressada só para ‘fazer o preço das ações subirem’.

Eu sempre acreditei que a lógica binária do mercado não pode ser boa para traduzir investimentos amorosos. Se quero sexo, e apenas isso, vou dizer. Se estou sentindo que estou me envolvendo, vou deixar claro também. Foda-se o resto.

Se o outro me acha ‘carente’, pior pra ele. ‘Carentes’, no sentido de ter uma falta, todos nós somos. Triste de quem não admite isso e vive como se pudesse ser auto-suficiente. Essa palavrinha tão pejorativa, ‘carente’, na verdade, traduz a minha, a sua, a nossa condição. Sou carente, tenho uma lacuna e meu desejo me compele a querer preenchê-la. A questão, entretanto, é: preciso saber que ninguém será capaz de mitigar a falta por completo.

Tendo isso em mente, as coisas se relativizam e eu encontro certa ‘paz’. Saber que a busca nunca vai terminar e que daqui a pouco esse desejo irá migrar para outro ser ou objeto (homem, mulher ou a coleção inteira de sapatos Marc Jacobs) é algo saudável, pois não me deixa à mercê do outro.

Ninguém preenche ninguém; ninguém completa ninguém, diz a sabedoria popular. Isto posto, me sinto à vontade para dizer ‘amo você’, ‘preciso de você’, ‘te quero’, ‘você é importante para mim’. Sabendo que isso sempre será - e deverá ser - a verdade mais provisória da minha vida.

Maio 5, 2008

Memes, memes, memes…

Arquivado em: O mundo de Laila — laila @ 6:13 pm
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Pra passar a raiva, copio memes. Esse aqui vi no blog de uma amiga que não sabe que a Laila é a Laila. Tanto melhor. A listinha é boa e me ajuda a esfriar a cabeça enquanto penso onde vou continuar escrevendo minhas bizarrices.

Tosquice: lamber a lata de leite condensado depois de fazer o pudim.

Mania: de fechar portas.

Pecadilho: querer comprar todos os sapatos lindos que vejo na vitrine, principalmente os da coleção de inverno que vêm com laços. Amo. Ah, e cremes. Para todas as partes do corpo.

Melhor cheiro do mundo: da mulher que eu amo (depois que dei a ela um kit completo, ela agora cheira a pitanga. Dá vontade de comer. Literalmente.)

Se dinheiro não fosse problema, eu faria: ia ficar dois anos fora, viajando pela Europa.

Casos da infância: sou a irmã mais velha, mas sempre fui frouxa e tomava surras homéricas da minha irmã mais nova, que até hoje é brava pra cacete…

Habilidade como dona de casa: fazer doces.

“Desabilidade” como dona de casa: todo o resto. Graças aos deuses.

Pra faxinar: Nirvana no volume máximo.

Frase: “Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.” (Do “Poema em linha reta” de Fernando Pessoa)

Passeio para a alma: sentar num café, tomando chá indiano e lendo um bom livro. Esqueço da vida.

Passeio para o corpo: correr na praia.

Irritando a Laila: experimente ficar parado na calçada, fazendo bolinho com outras duas pessoas, fofocando e atravancando o meu caminho. Viro bicho.

Frase ou expressão que fala muito: putamerda (que vergonha, eu falo palavrão…)

Palavrão de escolha: todos. Altamente úteis na hora dos chiliques.

Desce do salto e sobe o morro quando: tentam me julgar sem me conhecerem.

Perfume que usa no momento: Laguna, de Salvador Dali.

Elogio favorito: “Você é gostosa e me enche de tesão”

Talento oculto: arrumar a bagunça alheia.

Não importa que seja moda, eu nunca usaria nem no meu enterro: ankle boots. Horrorosas!!! E cintura alta.

Coração peludo: isso significa não ter dó? Então não tenho dó de quem maltrata bicho. Por mim iam todos pra cadeira elétrica. Inclusive psicólogos que maltratam ratinhos inocentes…hehe (aqui eu abriria uma exceção: salvaria um psicólogo apenas, por ele ser fofo, querido e me fazer feliz sempre. E também por ter um sorriso lindo e a voz mais gostosa do mundo.)

Queria ter nascido sabendo: alemão

Eu sou extremamente: apaixonada pela vida, pelas pessoas e pelo meu trabalho.

Raiva, muita raiva.

Arquivado em: O mundo de Laila — laila @ 5:50 pm
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Gente, eu estou quase desistindo desse blog. O WordPress não tem sido muito meu amigo e agora até o Photobucket parece querer infernizar a minha vida. Confesso que estou com paciência mínima pra coisas como essas que aconteceram no post aí abaixo. Como assim, deletaram as fotos da minha ruiva????? Quero matar e esquartejar com minhas próprias mãos o energúmeno que fez isso. Não, não adianta virem me dizer que isso é um programa e que ele não sabe, só atende comandos. Quero nem saber, bosta de programa burro. Tomanocu. Talvez eu procure outro canto pra postar as minhas bobagens, porque, nesse aqui, tá dificílimo. O WordPress não aceita minhas fotos, não faz o upload e só me irrita. Seria o cúmulo da falta de vida própria querer resolver o problema dando cabeçadas e mais cabeçadas enquanto a minha vida está lá fora bombando e eu tenho milhares de coisas pra resolver. Então é isso. Daqui a pouco eu dou notícias. Ou não. Quem sabe.

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